
Assim, tocava-se com o cotovelo noutra pessoa para ela reparar nisso. Muitas vezes essa censura resultava de inveja; se alguém dava muitas cotoveladas, era natural que lhe doesse o cotovelo.
Atualmente é comum utilizar a expressão para designar o despeito provocado pelo ciúme ou a tristeza causada por uma decepção amorosa.
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