O vinho é uma bebida alcoólica feita através da fermentação do sumo da uva. Para especialistas, o bebida surgiu por acaso, talvez por um pouco de uvas amassadas e esquecidas em um recipiente, que após um tempo, sofreu o efeito da fermentação.
Já na fabricação do vinho branco, são utilizadas uvas brancas ou tintas, só que nesse caso, a casca da uva não pode entrar em contato com a bebida.
O vinho possui uma grande importância religiosa . Um exemplo disso é o grande valor simbólico da bebida no Cristianismo, já que na Santa Ceia, o vinho representava o sangue de Cristo.
Além de ser uma bebida agradável, o vinho também é ótimo para a saúde. Pesquisas recentes afirmam que beber de um a dois cálices de vinho por dia reduz o risco de doenças cardíacas, causadoras do infarto, além de outras enfermidades.
Isso se deve ao fato de que no vinho, há a presença de polifenóis que possuem propriedades antioxidantes, diminuindo a atuação dos radicais livres que estão ligados a várias doenças, como câncer, estresse, envelhecimento, etc.
História
As evidências arqueológicas sugerem que a mais antiga
produção de vinho teve lugar em vários locais da Geórgia, Irão e China entre 6
000 e 5 000 a.C..
As evidências arqueológicas tornam-se mais claras, e apontam
para a domesticação da videira, em sítios do Oriente Próximo, Suméria e Egipto,
no início da Idade do Bronze, desde aproximadamente 3 000 a.C..
As mais antigas evidências sugerindo a produção de vinho na
Europa, e entre as mais antigas do mundo, são originárias de sítios
arqueológicos na Grécia, datados de 6 500 a.C..
De facto, várias fontes gregas, bem como Plínio o Velho, descrevem como os antigos gregos utilizavam gesso parcialmente desidratado antes da fermentação e um tipo de cal após aquela com o propósito de diminuir a acidez. O escritor grego Teofrasto é a mais antiga fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os antigos gregos.
De facto, várias fontes gregas, bem como Plínio o Velho, descrevem como os antigos gregos utilizavam gesso parcialmente desidratado antes da fermentação e um tipo de cal após aquela com o propósito de diminuir a acidez. O escritor grego Teofrasto é a mais antiga fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os antigos gregos.
No Antigo Egipto o vinho tornou-se parte da história
registada, desempenhando um papel importante na vida cerimonial. O vinho teria
sido introduzido no Egipto pelos gregos. São também conhecidos vestígios de
vinho na China, datados do segundo e primeiro milénios a.C..
Dioniso era o deus grego do vinho e da diversão, e o vinho era frequentemente mencionado nos escritos de Homero e Esopo. Muitas das principais regiões vinhateiras da Europa Ocidental actual foram estabelecidas pelos romanos.
A tecnologia de fabrico do vinho melhorou consideravelmente
durante o tempo do Império Romano. Eram já então conhecidas muitas variedades
de uvas e de técnicas de cultivo, e foram criados os barris para a armazenagem
e transporte do vinho.

Cleópatra criou a sua própria lenda ao prometer a Marco António que ela beberia o valor de uma província numa taça de vinho, após o que bebeu uma valiosa pérola com uma taça de vinho.
Durante a Idade Média, a Igreja Cristã era uma firme
apoiante do vinho, o qual era necessário para a celebração da missa católica.
Em locais como a Alemanha, a cerveja foi banida e considerada pagã e bárbara,
enquanto que o consumo de vinho era visto como civilizado e como sinal de
conversão.
O vinho era proibido pelo Islão, mas após os primeiros avanços de Geber e outros químicos muçulmanos sobre a destilação do vinho, este passou a ter outros usos, incluindo cosméticos e medicinais.
O vinho era proibido pelo Islão, mas após os primeiros avanços de Geber e outros químicos muçulmanos sobre a destilação do vinho, este passou a ter outros usos, incluindo cosméticos e medicinais.
De facto, o cientista
e filósofo persa do século X Al-Biruni descreveu várias receitas em que o vinho
era misturado com ervas, minerais e até mesmo gemas, com fins medicinais. O
vinho era tão venerado e o seu efeito tão temido que foram elaboradas teorias
sobre qual seria a melhor gema para fabricar taças para contrariar os seus
efeitos secundários considerados indesejáveis.
Al-Biruni |
Muitos cientistas clássicos
como Al-Biruni, Teofrasto, Georg Agricola, Albertus Magnus bem como autores
mais recentes como George Frederick Kunz descrevem os muitos usos talismânicos
e medicinais do vinho combinado com minerais
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