
Com um grande encontro em Mauna Kea (Havaí), considerado o melhor ponto do
planeta para ver o fenômeno, a Nasa retransmitirá o evento ao vivo em seu site e
se conectará com analistas de seus centros, assim como de 148 países de todo o
mundo que realizarão atividades de acompanhamento.
Cientistas advertem às pessoas que nunca olhem diretamente ao Sol sem óculos
especiais de eclipses e tampouco tentem observar o fenômeno por binóculos ou
telescópios, sob o risco de sofrerem lesões oculares.
Raridade
Em 1627, o astrônomo alemão Johannes Kepler (1571-1630) se deu conta
de que os planetas interiores (Mercúrio e Vênus) poderiam cruzar o disco solar.
E previu que isso aconteceria com Vênus quatro anos depois, em 1631. Kepler,
infelizmente, morreu em dezembro de 1630 sem poder observar o fenômeno que
confirmaria a sua previsão.
Trânsitos de Vênus são bem raros. Depois deste de 1631, ocorreram apenas seis
outros. O último deles foi em 2004.
(Com agências internacionais e blog Física na Veia!)
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